Internautas dão nota 6 para novo Orkut

A nova mudança de interface do Orkut recebeu nota média 6 em uma enquete promovida pela comunidade oficial Orkut Brasil.

De acordo com dados coletados pela enquete até as 18h00 desta terça-feira (29), 35% dos participantes deram nota 10 para as mudanças (12.225 pessoas, de um total de 34.777 votantes). A segunda maior nota foi zero, opção de 24% dos internautas (8.455 pessoas). Em seguida, vêm as notas 5 (9%, com 2.994 internautas), 9 (8%, 2.848 pessoas), 8 (7%, 2.585 pessoas), 7 (4%, 1.500 pessoas), 1 (3%, 1.058 pessoas), 4 (3%, 968 pessoas), 6 (2%, 854 pessoas), 2 (2%, 674 pessoas) e 3 (2%, 616 pessoas). Na média geral, a nota foi 6. Veja o gráfico abaixo:

É um resultado ruim para uma rede social que tem o desafio de frear a perda de internautas para o Facebook. Para reverter esse quadro, o Google precisa corrigir bugs e oferecer um layout mais atraente, moderno e funcional. Embora as alterações ainda não tenham sido feitas na maioria dos perfis, os primeiros sinais indicam que o novo Orkut não está sendo bem aceito. Uma reação contrária pode até mesmo agravar o êxodo para a rede social de Mark Zuckerberg.

Embora as mudanças tenham sido anunciadas no dia 1º de março, os internautas com perfis na rede social só começaram a recebê-las na semana passada. O atraso também tem causado protestos entre parte dos usuários. Muitos deles têm reclamado da demora na comunidade oficial do Orkut. Isso levou uma das moderadoras, Melissa Mell, a publicar um post dizendo que todos vão receber a nova interface e que o processo está sendo feito aos poucos.

Em outra enquete, os internautas tiveram que responder à pergunta “O que você achou dessas mudanças no Orkut?”. No placar consolidado até as 18 horas, 58% disseram que gostaram ou gostaram muito, 34% disseram que não gostaram e 9% permaneceram neutros. Se 34% das pessoas que estão hoje no Orkut migrarem para o Facebook, as duas redes vão ficar bem próximas de ter o mesmo número de usuários.

Fonte: Info

Notebook ultrafino da Samsung chega ao Brasil em maio por R$ 5 mil

O notebook ultrafino da Samsung, “Série 9”, chegará ao mercado brasileiro em maio por R$ 5 mil, afirmou Hamilton Yoshida, diretor de marketing de Telecom, durante evento em Santiago, no Chile.

Com tela de 13,3 polegadas, o notebook foi desenvolvido em duralumin, um material mais leve e duas vezes mais forte que o alumínio. Segundo o executivo, o Série 9 é o notebook mais fino do mercado, com 16,3 milímetros de espessura – o MacBook Air tem 17 milímetros. Porém, o laptop é mais pesado que o aparelho da Apple, com 1,3 kg – a versão mais simples do MacBook Air pesa 1 kg.

O notebook vem com sensores inteligentes que reconhecem o ambiente em que o usuário está para usar menos luz na tela e nas teclas do computador. “Com isso, o notebook gasta menos energia e sua bateria pode durar até 7 horas”, afirmou Yoshida.

O Série 9 tem processador Intel Core i5 da segunda geração e 128 GB de armazenamento. Além disso, o notebook não tem disco rígido tradicional. “A memória do computador vem em forma de chips”, afirmou Yoshida.

Fonte: G1

Mercado mundial de smartphones vai crescer quase 50% em 2011, diz IDC

Consultoria aposta em 450 milhões de celulares inteligentes vendidos.
Plataforma Android deve se consolidar na liderança, à frente do iPhone.

O mercado mundial de smartphones deve alcançar 450 milhões de unidades vendidas no mundo todo em 2011, o que representa um crescimento de 49,2% sobre os 303,4 milhões de aparelhos vendidos em 2010, segundo análise da consultoria International Data Corporation (IDC).

Segundo a IDC, em 2011 as vendas dos celulares mais avançados devem crescer quatro vezes mais rápido do que as de celulares tradicionais.

Na projeção, entre os sistemas para celulares, o Android, do Google, consolida-se na liderança no mercado de smartphones este ano, com 39,5% de participação após ter ocupado o segundo lugar em 2010. Na sequência, a plataforma BlackBerry, da Research In Motion, deve contar com 14,9% do mercado, enquanto o iOS, da Apple, ficará em terceiro com 15,7% de participação.

Na avaliação da IDC, a adoção do Windows Phone pela Nokia, no lugar do atual Symbian, pode reerguer o sistema da Microsoft para celulares nos próximos anos. “Em 2015, a IDC espera que o Windows Phone seja o sistema operacional número 2 no mercado mundial, depois do Android”, diz o analista sênior de pesquisas da IDC Ramon Llamas. Segundo ele, a participação do Windows Phone deve sair de 5,5% este ano para 20,9% em 2015.

Fonte: G1

MS cria vídeo viral para promover IE9

A Microsoft realizou uma ação de marketing a fim de promover a nova versão de seu navegador, o Internet Explorer 9.

Chamada de #NotebooksPorAi, a campanha “esqueceu” notebooks somente com o IE9 instalado e com internet 3G em pontos da cidade de São Paulo.  Intrigado com a perda, o público interagiu com as máquinas enquanto câmeras escondidas faziam o registro da ação.

Entre as novidades, o IE9 traz uma interface remodelada, integração com o HTML5 e novo motor Java Script que carrega as páginas de forma mais rápida.O vídeo foi publicado hoje e visto, por enquanto, 335 vezes.

Fonte: Info

Acer lança notebook com duas telas touch

No final de 2010, a Acer havia anunciado um notebook com duas telas touch, o Iconia. Agora, o inovador equipamento teve seu preço divulgado e foi disponibilizado para pré-venda nos Estados Unidos e no Canadá, com entregas a partir de abril. O preço divulgado pela Acer é de 1200 dólares, em qualquer um dos dois países.

Além das duas telas de 14 polegadas Gorilla Glass, o notebook também tem como especificações um processador Intel Core i5 Sandy Bridge, 4GB de memória RAM e Windows 7 Home Premium.

Apesar de ter duas telas, mesmo que a inferior não seja para exibição de imagens com grande necessidade de processamento gráfico, o notebook não tem uma placa de vídeo dedicada. O processamento gráfico foi deixado a cargo do próprio processador. Resta esperar que ele dê as caras no INFOlab para sanar qualquer dúvida quanto a esse quesito.

O Iconia-6120 também vem equipado com uma USB 3.0, um HD de 640GB, webcam embutida de 1.3 megapixel, Wi-Fi 802.11b/g/n e saída HDMI.

Outra novidade no Iconia é que ele virá acompanhado de uma suíte de software customizados. Um navegador adaptado para utilização das telas touch é um exemplo disso. Outro é o My Journal, para leitura de notícias, além de um aplicativo que integrará redes socais como Flickr, Facebook e Twitter.

Fonte: Info

 

A ciência e a filosofia do livre-arbítrio

Suponhamos que Mark e Bill vivam em um universo determinista. Tudo o que acontecer hoje de manhã_como a decisão de Mark sobre vestir uma camisa azul ou a última tentativa de Bill de pentear o pouco que lhe resta de cabelo_será totalmente causado pelo que quer que tenha acontecido antes.

Se você recriou esse universo começando lá pelo Big Bang e permitiu que todas as situações ocorressem exatamente da mesma forma até hoje de manhã, então a camisa azul terá sido mesmo tão inevitável quanto a tentativa de pentear um chumaço de cabelo para disfarçar o calvo.

Agora as perguntas de filósofos experimentais: 1) Neste universo determinista, é possível que uma pessoa seja totalmente responsável por suas ações, em se tratando de moralismo? 2) Neste ano, tal como já costumava fazer, Mark se prepara para burlar os impostos. Em termos moralistas, ele é totalmente responsável por suas ações? 3) Bill se apaixona por sua secretária e decide que a única forma de ficar com ela é assassinando sua mulher e seus três filhos. Antes de viajar, ele arma para que eles sejam mortos enquanto está fora. Em termos moralistas, Bill é totalmente responsável por suas ações?

Para um filósofo clássico, essas são apenas três versões do mesmo questionamento a respeito de livre-arbítrio. Mas para a nova geração de filósofos que testam as respostas das pessoas para conceitos como o determinismo, essas diferenças são cruciais, segundo explica Shaun Nichols na atual edição da “Science”.

A maioria dos entrevistados isentaria a pessoa não especificada da pergunta 1 de total responsabilidade por suas ações e a maior parte ainda apoiaria Mark em sua tentativa de driblar o processo tributário. Com Bill já seria diferente. Ele seria totalmente culpado pelo crime hediondo, de acordo com mais de 70% das pessoas entrevistadas por Nichols, filósofo experimental da Universidade do Arizona, e Joshua Knobe, seu colega de Yale.

Estaria Bill sendo julgado de maneira ilógica? De certa forma, sim. A linha de raciocínio parece oscilar para determinados filósofos e a crença no livre-arbítrio parece ingênua a psicólogos e neurocientistas que sustentam a ideia de que todos nós somos conduzidos por forças que estão além do nosso controle consciente – argumento que o advogado de defesa de Bill poderia usar no tribunal.

Contudo, por outro lado, é perfeitamente sensato responsabilizar Bill pelo assassinato. Seus julgamentos intuem de maneira pragmática que, existindo ou não o livre-arbítrio, nossa sociedade depende de todos acreditarem que sim.

Os benefícios dessa crença foram demonstrados em outra pesquisa, atestando que, quando as pessoas questionam a existência do livre-arbítrio, elas tendem a ter problemas no trabalho e a ser menos honestas.

Em um experimento, algumas pessoas leram uma passagem de Francis Crick, biólogo molecular, que declarava ser o livre-arbítrio um conceito singular antigo não mais levado a sério pelos intelectuais, principalmente aqueles que não atuam nas áreas de psicologia e neurociência. Mais tarde, quando comparadas com um grupo de controle que leu uma passagem diferente de Crick (morto em 2004), essas pessoas expressaram mais ceticismo quanto ao livre-arbítrio_ imediatamente cobrindo-se de brechas moralistas ao realizar um teste de matemática.

Quando solicitadas a resolverem uma batelada de problemas aritméticos em um teste computadorizado, elas trapaceavam, obtendo as respostas por meio de um glitch (ou falha técnica) no computador, coisa que não deveriam acessar. O suposto glitch, é claro, havia sido colocado ali pelos pesquisadores Kathleen Vohs, da Universidade de Minnesota, e Jonathan Schooler, da Universidade da Califórnia, Santa Barbara, no intuito de aguçar a curiosidade dos participantes.

Em um experimento de acompanhamento, os psicólogos administraram mais um teste, em que prometiam oferecer um dólar por resposta correta_e depois compilar suas próprias pontuações. Exatamente como Vohs e Schooler temiam, as pessoas apresentaram maior propensão a trapacear após terem sido expostas de antemão a argumentos sobre o livre-arbítrio. Essas pessoas voltaram para casa com maior quantia de dinheiro desmerecido do que as outras pessoas.

No laboratório, esse comportamento, observaram os pesquisadores, remete a estudos recentes que demonstram um aumento no número de alunos de faculdade que admitem trapacear. Durante esse mesmo período, outros estudos apontaram um enfraquecimento da crença popular quanto ao livre-arbítrio (embora ele ainda seja amplamente difundido).

“Duvidar do livre-arbítrio de alguém pode debilitar o senso de agir naturalmente”, concluem Vohs e Schooler. “Ou, talvez, negar o livre-arbítrio simplesmente promova o pretexto elementar de comportar-se de acordo com a vontade alheia”.

Isso inclui a isenção de responsabilidade, segundo outro estudo realizado por Vohs e uma equipe de psicólogos liderados por Tyler F. Stillman da Universidade Southern Utah. Eles se dirigiram a uma agência de empregos temporários munidos de questionários que alguns profissionais deveriam preencher de maneira confidencial.

Esses questionários tiveram como base um instrumento de pesquisa desenvolvido anteriormente, chamado de Escala do Livre-Arbítrio e do Determinismo. Perguntou-se aos profissionais até que ponto eles concordavam com declarações como “O poder da mente pode sempre superar os desejos do corpo”, “As pessoas são plenamente capazes de superar todos os obstáculos que quiserem” ou então “As pessoas não escolhem as situações pelas quais acabam passando_elas simplesmente acontecem”.

Os psicólogos também mediram outros fatores, inclusive a satisfação geral dos profissionais com relação às suas vidas, a energia que sentiam no dia a dia, até que ponto eles defendiam a ética no trabalho e outros. Nenhum desses fatores foi considerado um indicador confiável de real desempenho deles no trabalho, conforme classificado por seus supervisores. No entanto, quanto mais altas as pontuações dos profissionais na escala da crença no livre-arbítrio, melhores foram suas classificações no trabalho.

“O livre-arbítrio conduz as escolhas das pessoas a um ponto em que elas se tornam melhores e mais éticas”, afirma Vohs. “Acreditar no livre-arbítrio é algo adaptável para sociedades e indivíduos, pois isso ajuda as pessoas a aderir a códigos de conduta culturais que tragam resultados na saúde, no bem-estar e na felicidade de suas vidas”.

Os conceitos intelectuais de livre-arbítrio podem variar consideravelmente, mas parece haver uma crença universal razoavelmente forte de que o conceito comece muito cedo. Quando crianças com idades entre 3 e 5 anos veem uma bola rolando dentro de uma caixa, elas dizem que a bola deveria estar ali mesmo.

Mas quando veem alguém colocando a mão na caixa, elas insistem que algo mais então pode acontecer com a bola.

Essa crença parece persistir independentemente de onde as pessoas foram criadas, conforme filósofos experimentais descobriram ao questionar adultos de culturas distintas, incluindo Hong Kong, Índia, Colômbia e Estados Unidos. Sejam quais forem suas diferenças culturais, as pessoas tendem a rejeitar a noção de que vivem em um mundo determinista sem livre-arbítrio.

As pessoas tendem a concordar, entre diferentes culturas, com o fato de que uma pessoa hipotética, em um mundo hipoteticamente determinista, não seria responsável pelos pecados que cometeu. Essa mesma lógica explica por que elas absolveriam a evasiva de Mark quanto aos impostos, ou seja, um crime que não apresenta uma vítima evidente. Mas essa lógica não convence quando as pessoas são confrontadas com o que os pesquisadores chamam de transgressão disciplinar afetiva um crime emocionalmente desconcertante, como o assassinato da família de Bill.

“São dois tipos diferentes de mecanismos no cérebro”, constatou Alfred Mele, filósofo da Universidade Estadual da Flórida, dirigente dos Grandes Questionamentos do projeto de Livre-Arbítrio. “Se você der às pessoas uma história abstrata e uma pergunta hipotética, estará alimentando a máquina teórica em suas mentes. Mas suas teorias poderão se desalinhar com suas reações intuitivas a uma história detalhada sobre alguém que faz algo desagradável. Conforme mostram os pesquisadores, a principal hipótese das pessoas é a de que nós temos livre-arbítrio”.

Em nível abstrato, as pessoas parecem ser aquilo que os filósofos chamam de incompatibilistas: aqueles que acreditam que o livre-arbítrio seja incompatível com o determinismo. Se tudo o que acontece é determinado por algo que tenha acontecido antes, então há lógica em se concluir que você não pode ser moralmente responsável pela sua próxima ação.

Existe também uma escola de filósofos_possivelmente a escola da maioria_que consideram o livre-arbítrio compatível com a definição de determinismo.

Esses compatibilistas acreditam que nós fazemos escolhas, embora elas sejam determinadas por situações e influências anteriores. Nas palavras de Arthur Schopenhauer, “O homem pode fazer o que quer, mas não pode querer o que quer”.

Isso parece confuso_ou ridiculamente ilógico? Compatibilismo não é algo fácil de explicar. Mas ele parece estar em sintonia com o nosso instinto básico de que Bill seja moralmente responsável, embora viva em um universo determinista. Nichols sugere que seu experimento com Mark e Bill aponta que em nossos cérebros abstratos somos incompatibilistas, mas em nossos corações somos compatibilistas.

“Isso ajuda a explicar a persistência da polêmica filosófica sobre o livre-arbítrio e a responsabilidade moral”, escreve Nichols na Science.

“Parte da razão de que o problema do livre-arbítrio seja tão resiliente é o fato de que cada posição filosófica abrange um conjunto de mecanismos psicológicos que torcem por ela”.

Alguns cientistas preferem ignorar a crença intuitiva no livre-arbítrio como um exercício de autoilusão_um indício simplista de “confabulação”, segundo a visão de Crick. No entanto, esses especialistas estarão se iludindo se pensarem que a questão está resolvida. O livre-arbítrio não foi desaprovado científica ou filosoficamente. Quanto mais os pesquisadores investigam o livre-arbítrio, melhores são as razões para acreditar nele.

Fonte: Info

Rebecca Black encontra Avassaladores em vídeo

Autora da música Friday, a jovem Rebecca Black é responsável pelo último fenômeno – e um dos piores – da internet.

Do outro lado, o jovem funkeiro Vitor, do grupo Avassaladores, vem angariando fãs e gerando diversos memes desde agosto do ano passado, quando seu hit “Sou Foda” caiu na rede.

Nesse mashup, os dois gigantes se encontram para fazer uma peça única, de valor estético indiscutível. Saquem só. É o suprassumo da internet!

Fonte: Info

Clipe de Justin Bieber bate recorde e é o mais visto na história do YouTube

O vídeoclipe da música “Baby ft. Ludacris”, do astroteen Justin Bieber, atingiu a marca de 500 milhões de visualizações e se tornou o vídeo mais assistido da história do YouTube.

No vídeo, Bieber, com apenas 16 anos, aparece cantando e dançando enquanto seus amigos jogam boliche. No fim, ele termina com uma garota.

Apesar da audiência extraordinária, o vídeo recebeu mais votos de protesto do que de apoio: 1 milhão de pessoas reprovaram a peça enquanto 580 mil gostaram.

Até então, o recorde de vídeo mais visto pertencia a “Charlie bit my finger – again”, onde um bebê mordia o dedo de um menino. O vídeo já foi acessado 362 milhões de vezes.

Justin Bieber surgiu para o showbizz após sua mãe publicar vídeos seus, ainda garoto, cantando clássicos da soul music. Em seguida, ele foi contratado pelo selo do rapper Usher. Hoje, Bieber disputa a liderança do YouTube e do Twitter com Lady Gaga. No microblog, a cantora leva a melhor, com 9 milhões de seguidores contra 8 milhões de Bieber.

Fonte: Info

Artista britânica pinta usando máquinas de escrever

A britânica Keira Rathbone, 27, sempre gostou da tecnologia que não está na ponta. Ela coleciona vinis, adora sua maquina fotográfica analógica –que ganhou do pai aos 16–, e pretende instalar um telefone fixo de disco em sua casa. Keira tem também uma coleção de máquinas de escrever, que usa de uma maneira pouco convencional: para pintar.

Keira usa suas máquinas para produzir desde retratos do presidente americano Barack Obama e desenhos de arquitetura até paisagens naturais, compondo as imagens com os caracteres do teclado. “O que me atrai nessas máquinas antigas é como elas são operadas, já que você usa muito mais as mãos”, disse à Folha por e-mail.

Divulgação
Retrato de Barack Obama feito com máquina de escrever pela artista britânica Keira Rathbone
Retrato de Barack Obama feito com máquina de escrever pela artista britânica Keira Rathbone

A artista começou sua atividade pouco usual em 2003, no primeiro ano em que cursou no Instituto de Arte em Bournemouth: “Estava me esforçando para pensar imagens para escrever quando percebi que, em vez disso, deveria usar letras para formar uma imagem”, reflete.

Hoje, recebe pedidos de artistas e veículos impressos, e suas obras são expostas em galerias de arte (veja algumas delas no site da artista).

Keira conta ter cerca de 30 máquinas, com diferentes tipos ou tamanhos de fonte, o que usa para mudar o resultado de seus trabalhos. Atualmente, só usa máquinas manuais, de marcas como Smith Corona, Olivetti, Brother e Remington. Os modelos vão desde antiguidades dos anos 1930 até mais modernos, dos anos 1980.

A artista diz que optou por esse uso pouco convencional da máquina para surpreender o público.

Nas exibições públicas, usa as máquinas mais chamativas e afirma que existe mais que a simples curiosidade: “Há também uma nostalgia enorme com máquinas de escrever para todos além de certa idade. Algumas pessoas têm um apego muito romântico a elas”.

Fonte: Folha.com

O segredo dos Logos

por Paula Rothman

 

Depois que eu descobri que o Logo do Carrefour tem um símbolo escondido, minha vida mudou. Acho que fiquei meio obcecada em observar as marcas e tentar encontrar significados escondidos.

Daí quando vi um post no Geekosystem falando sobre as mensagens escondidas nas marcas pensei OMG! Muito legal!

Separei alguns dos que mais gostei aqui… Quem souber de mais pode mandar sugestões =)

FedEx

Repare bem e veja a flecha escondida entre o E e o X. Como vocênão viu isso antes????


Amazon

A linha amarela não é só um smile. Ela também simboliza que a Amazon “liga” tudo, de A a Z. ahn-ahn?

Cisco

O nome da empresa é um diminutivo de San Francisco, a cidade na qual ela foi fundada. O símbolo da marca em tese mostra uma onda eletromagnética E ainda seria um perfil da famosa Ponte de São Francisco.

Toblerone

Ok. Se você é fanático por chocolate sabe que o símbolo da Toblerone é uma montanha. Certo? Errado! É um usro! Olhe com cuidado: dentro da montanha você verá o animal que é símbolo da cidade de Bern, na Suíça, onde a empresa foi fundada.

Sun Microsystems

Isso foi antes de ela ser comprada pela Oracle. Você já tinha reparado que o logo é composto de quatro palavras SUN encaixadas para formar um quadrado?

 

Fonte: Info

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